sexta-feira, 3 de junho de 2011

Comprada pelo WPP, Gringo vira Possible


Agência digital brasileira é adquirida pela holding multinacional, que acaba de incorporar a Fbiz



No mesmo dia em que anunciou a incorporação da agência digital brasileira Fbiz (vejaaqui), o Grupo WPP conclui a aquisição de outra empresa atuante no mesmo segmento no mercado nacional.

A Gringo, dos sócios André Matarazzo e Fernanda Jesus, deve ser confirmada nos próximos dias como nova integrante da rede Possible Wordwide, lançada em fevereiro a partir da fusão de quatro agências: Blue, Bridge, Quasar e Schematic.

Além da sede em Nova York, a Possible já conta com 17 escritórios espalhados pelo mundo. O brasileiro será o 18º e representa a primeira aquisição desde que a rede foi formada.

Através desta rede, o WPP comprou participação majoritária de 70% na Gringo, que mudará sua marca para Possible São Paulo. Fundada em 2006, a Gringo fez uma trajetória de produtora à agência digital e conquistou clientes como Absolut Vodka, Coca-Cola, Itaú, Microsoft e Grendene. Amigos de infância, André Matarazzo e Fernanda Jesus continuam sócios da agência que fundaram, agora somando 30% de participação acionária.



Fonte:meioemensagem.com.br

Anatel aprova entrada das teles na TV a cabo


Propaganda na TV paga será equiparada à da TV aberta, com até 25% de inserções comerciais durante a programação e agência passa a controlar produção de conteúdo local e limites de publicidade



Agora é oficial: Telefônica, Embratel, Oi e GVT, que já têm algum braço na operação de TV por assinatura, poderão entrar na exploração de TV a cabo. Até então, a exploração da TV paga pelas operadoras estava restrita à oferta de TV por assinatura via satélite (DTH, direct-to-home).

A decisão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), anunciada nesta quinta-feira, 2, abre de vez o mercado de TV paga para as empresas de telefonia. Com a medida, não haverá mais limite de licenças de TV a cabo no Brasil e nem a necessidade de fazer licitação para outorgar novas licenças. Basta que as operadoras solicitem novas licenças para a agência. Desde 2000, não há licitação para novas operações de cabo, fato que há muito é reclamado pelos players do setor.

Ainda, duas mudanças importantes acontecerão no setor de TV paga: a publicidade, até agora limitada, poderá ser equiparada à propaganda da TV aberta e pode atingir até 25% da programação dos canais pagos. A outra medida institui que a Anatel passa a controlar a produção de conteúdo local e pode, ainda, fiscalizar os limites de propaganda.

Algumas decisões anunciadas pela Anatel entram em conflito direto com a Agência Nacional de Cinema (Ancine) e, por conta da existência da Lei do Cabo, que prevê limites para operadoras explorarem o serviço de TV a cabo, medidas judiciais podem ser impetradas contra as decisões divulgadas pela agência.


Fonte:meioemensagem.com.br

Chevrolet dará 45 carros em 45 dias


Segunda etapa da campanha de varejo da marca estreia esta semana


A Salles Chemistri é a responsável pela campanha de varejo da Chevrolet que estreia sua segunda fase nesta semana. Na primeira etapa, o filme intitulado “Teaser Fofoca” é embalado pela música “Vou levar” (do Skank) com a presença da atriz Fernanda Lima. Nesse segundo momento o público já pode conhecer a promoção que dará 45 carros Celtas em 45 dias, com os filmes “Revela Fofoca” e “Ofertas fofoca”.

Confira os novos filmes e uma entrevista exclusiva com Hermann Mahnken, gerente de marketing da Chevrolet.

Com direção de criação de Hugo Rodrigues e Victor Hayashida, que também assina a criação com Adriano Docconi. A produção é da O2 Filmes e direção de cena de Fabio Mendonça.



Fonte:meioemensagem.com.br

Com prêmio, Cannes dá razão ao cliente


Leões de Creative Effectiveness serão definidos pelos resultados das ações nos negócios dos anunciantes


Na mesma edição em que reforça as suas origens, incorporando a criatividade ao seu nome oficial, o Festival de Cannes também dobrou-se à máxima que confere a razão aos clientes. Pela primeira vez na história do evento, os resultados efetivos das ações criadas para os anunciantes decidirão o destino de alguns dos cobiçados leões de ouro, prata e bronze.

Estreante no line up do evento, a categoria de Creative Effectivennes foi instituída para premiar ações e estratégias que comprovadamente tiveram um impacto significativo no negócio dos anunciantes – seja em número de vendas, na valorização da marca e, até mesmo, quando for possível a aferição, nos lucros da empresa.

Ao todo, 142 peças de 33 países foram inscritas, sete dessas por participantes do Brasil.

Assim como a categoria, o representante brasileiro no jurado de Creative Effectivennes, Hugo Janeba, também é um estreante em Cannes. O agora consultor externo para o processo de unificação da marca Vivo será um dos cinco clientes a indicar com quem ficam os leões da área.

Completam a banca Chris Kempczinski, da Kraft Foods (EUA), Gary Raucher, da Philips (Holanda), Kenneth Hong, da LG Electronics (Coréia do Sul), e Mathilde Delhoume-Debreu, da Procter & Gamble (Suiça).

Para resguardar a cota criativa no DNA dos troféus que entrega, as inscrições em Creative Effectiveness foram restritas às peças que alcançaram ao menos o shortlist em alguma categoria no festival no ano passado. Para a organização, a medida garante que apenas peças internacionalmente reconhecidas por sua criatividade estejam aptas a concorrer.

O regulamento prevê que a pontuação dos jurados leve em conta três vertentes, dando peso de 25% à estratégia, 25% à ideia e 50% à comprovação dos resultados. A distribuição promete esquentar o debate em torno dos critérios a serem utilizados pelos jurados.

Luciano Deos, presidente da Abedesign acredita que só o fato de ser realizada pela primeira vez já coloca a categoria sob os holofotes.

“A avaliação da efetividade sempre esteve mais associada a prêmios como o Effie”, avalia Deos, que presidirá o júri de Design em Cannes. “Há um olhar novo (nas avaliações). Certamente, é um ambiente propício á polêmica.”


Fonte:meioemensagem.com.br

Quem viver verá?

Anúncios da Young&Rubicam para o caderno Planeta do @estadao. Um convite bárbaro para reflexões muito necessárias.









Via:ratts.com.br

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Flavio Ferrari desliga-se do Ibope


Atual diretor executivo do Ibope Media, profissional soma 16 anos na empresa



O diretor executivo do Ibope Media, Flavio Ferrari, está de saída da empresa, na qual atua há 16 anos. O desligamento do profissional ocorre concomitantemente a substituição da marca Ibope Media em substituição a Ibope Mídia no Brasil. A mudança é decorrência da fusão das estruturas de gestão no Brasil e nos demais 13 países da América Latina, onde a empresa já atua com a nova marca.

Além disso, o Ibope Media passará a atuar dividida em três unidades de negócios: audiência, monitor e parcerias e novos negócios, sendo que esta última ficará responsável pelos negócios online e pelo Target Group Index. As estruturas do Ibope Inteligência e do Ibope Educação não foram alteradas.


Fonte:meioemensagem.com.br

Novas regras de faturamento preocupam Fenapro


Há temor de que novo modelo crie obstáculos para repasses às agências nos mercados regionais


As novas regras para os procedimentos burocráticos e operacionais de faturamento e cobrança de veiculações publicitárias, estabelecidas pela Lei No 12.232/10, entram em vigor a partir desta quarta-feira, dia 1o. A nova legislação, que há um ano mudou o formato de contratação de serviços de publicidade pelo setor público brasileiro, prevê faturamento em separado dos pagamentos que o anunciante faz ao veículo, pelas inserções publicitárias, e à agência, pelas comissões acordadas entre as partes. No seu artigo 19, o texto proíbe os veículos de faturarem e contabilizarem como receita o desconto-padrão que cabe às agências.

Os anunciantes, agências e veículos reunidos no âmbito do Conselho Executivo das Normas-Padrão fizeram consultas jurídicas e entenderam que os termos da lei valem não somente para veiculação de publicidade de órgãos públicos, mas também para a iniciativa privada. A partir disso, estabeleceu-se a data de 1o de junho para inicio dos novos procedimentos – embora alguns veículos tenham conseguido se antecipar. “Tudo no Cenp é resolvido por consenso. Não foi diferente com essa matéria”, afirma o presidente do órgão, Caio Barsotti.

Apesar disso, a Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) teme que a adaptação às novas regras não seja tão simples nos mercados regionais. Saint-Clair Vasconcelos, vice-presidente da entidade e membro da diretoria do Sindicato das Agências de Publicidade de São Paulo, afirma que recebeu até a semana passada doze manifestações formais de agências do interior paulista preocupadas com a possibilidade das novas regras criarem obstáculos ao recebimento das comissões pelas agências. Diferentemente dos grandes centros, onde a praxe dominante é o pagamento aos veículos via agências, nos mercados regionais não é incomum que ocorra o inverso. “Muitas agências médias e pequenas não têm tanta força com esses clientes. Elas acreditam que as novas regras possam ser usadas por esses anunciantes como pretexto para renegociar taxas”, explica Vasconcelos.

Sobre as manifestações recebidas pelo sindicato paulista, Barsotti afirma que são questões que o Cenp e as entidades que representam o mercado vão acompanhar com atenção apesar de serem exceções no universo de 2,5 mil agências certificadas. “Não é bom levantar suspeição contra anunciantes. Os bons pagadores continuarão bons; os ruins, idem. Temos de buscar um entendimento de atuação conjunta de veículos e agências para evitar a inadimplência que atinge as duas partes, mesmo que apenas uma seja a sacrificada”, sustenta Barsotti.

O advogado Paulo Gomes, consultor jurídico da Fenapro e da Abap, questiona, no entanto, a aplicação da medida na relação com anunciantes do setor privado. “Há pressão grande das agências que faturam suas¬ comissões contra seus clientes. Essa medida pode ser revista a qualquer instante”, acredita ele, reiterando que não há impedimento legal para que as faturas emitidas para anunciantes privados mantenham o sistema antigo.

Na tentativa de evitar interpretações erradas, o Cenp publicou em seu site na semana passada um conjunto de onze perguntas e respostas sobre os novos procedimentos. Elas explicam, por exemplo, que “os veículos devem explicitar, em campo próprio de sua nota fiscal/fatura, como referência, o valor do desconto-padrão assegurado à agência que intermediou a veiculação”. O anunciante pagará as duas faturas, de veiculação e da comissão, à agência que será responsável pelo repasse da parte do veículo. Entretanto, é possível estabelecer outro fluxo financeiro entre as partes, desde que “respeitadas a legislação tributário-fiscal de regência que proíbe o faturamento do desconto-padrão pelo Veículo, as Normas-Padrão da Atividade Publicitária e o direito da Agência ao recebimento do desconto-padrão remuneratório”, frisa o esclarecimento do Cenp. Um formato alternativo admitido é o recebimento das duas faturas pelo veículo diretamente do anunciante, com posterior repasse da parte da agência.

Período de transição
Como nem todos os veículos do País terão condições de se adequar às novas regras imediatamente, o Cenp estima que haverá um período de transição. “Dificuldades de adaptação não serão apenas de mercados regionais. Serão do mercado como um todo, na parte mais sensível, que é a que diz respeito a pequenas e médias agências. Acredito na criatividade humana e, portanto, creio que os problemas tópicos serão resolvidos a contento”, prevê Barsotti.

Nos principais mercados, porém, a grande maioria das agências e veículos já está pronta para aplicar as novas regras. Alguns, como a Folha de S.Paulo e a Rede TV, já as praticam desde março e abril, respectivamente. “Realizamos uma série de providências sistêmicas para nos adequar, mas na prática tudo continua como era antes. Foi um processo muito tranquilo”, afirma Marcelo Gonçalves, diretor financeiro da Folha de S.Paulo. No primeiro mês, o jornal enviou todos os boletos de cobrança acompanhados de uma carta explicando as mudanças e comunicando a decisão de se antecipar às novas regras.

Antonio Calil Cury, vice-presidente financeiro da Nova/SB, também reforça a posição de que as novas regras não implicarão em nenhuma mudança drástica, já que o anunciante pagará as duas faturas, de veiculação e de comissão, à agência que será responsável pelo repasse da parte do veículo. O faturamento em separado também evita possíveis casos de bitributação, como poderia ocorrer anteriormente no momento do repasse da comissão da agência, incluída na nota emitida pelo veículo.



Fonte:meioemensagem.com.br

Copa América será exibida em 196 países



Edição do torneio que começa na Argentina, em 1º de julho, será a primeira transmitida integralmente em alta definição


A um mês da estreia, a Copa América de 2011, que será realizada na Argentina, entre 1º e 24 de julho, e que deverá ter a presença de craques como Fórlan, Messi, e Neymar, já contabiliza uma marca. A Traffic, responsável pela comercialização do evento, vendeu os direitos de transmissão para 196 países, batendo o recorde da competição.

“Este é o torneio de futebol mais forte do calendário neste ano. Já negociamos direitos para mais de 190 países e queremos aumentar este número”, projeta Eduardo Barrieu, diretor comercial e de marketing da Traffic. A última edição, realizada na Venezuela, em 2007, e vencida pelo Brasil, foi exibida para 186 países.

Uma das competições de futebol mais antigas do mundo, a Copa América é disputada desde 1916, originalmente como Campeonato Sul-americano de Futebol. Em sua 43º edição, neste ano, o torneio terá como atrativo adicional a transmissão integral, pela primeira vez, em alta definição.

Fonte:meioemensagem.com.br

Google: presidente lista rivais e exclui Microsoft


Para Eric Schmidt, indústria digital online será liderada por Google, Apple, Facebook e Amazon


Quatro companhias devem dominar todas as faces da internet, cada uma delas com um arsenal diferente de armas, afirmou o presidente executivo do Google, Eric Schmidt, na conferência AllThingsD, que acontece na Califórnia. Segundo ele, essas empresas serão o Google, a Apple, o Facebook e a Amazon. Assim, Mr. Schmidt excluiu da lista a Microsoft, o player dominante da era do PC.

“Algo me diz que vem por aí uma guerra de plataformas”, disse Schmidt. “Se olharmos para a indústria (digital) como um todo, veremos quatro companhias explorando muito bem estratégias de plataformas. Podemos debater quem é o quinto ou o sexto desta lista, mas devemos nos concentrar nesses quatro. Cada uma delas é uma marca que oferece aos consumidores algo a que eles não teriam acesso sem elas.”

Pelo raciocínio de Schmidt, o Google organiza a informação do mundo; o Facebook cataloga todos os amigos que você teve até hoje; a Amazon é a maior loja de livros do planeta; e a Apple produz os produtos mais desejados.

A diferença entre esta possível guerra das plataformas e as batalhas tecnológicas do passado é que, hoje, há muito mais players crescendo rapidamente. Acrescente a isso o fato de que, como todos estão muito bem capitalizados – o Facebook fará em breve o seu IPO –, é improvável que uma delas adquira a outra.

“Elas são muito grandes para se fundir. É mais provável que uma comece a perder mercado e surjam sucessores”, analisou Smith. Quando questionado sobre o porquê de ter deixado o Microsoft de fora dessa disputa, ele emendou: “Na visão dos consumidores, a Microsoft não está liderando a revolução do consumo.”

O presidente executivo do Google também falou da relação da empresa com suas concorrentes. Segundo ele, o Google mantinha um relacionamento próximo com a Apple até passarem a competir entre si no segmento de plataformas operacionais para celulares. “Tudo começou como uma parceria, mas o sucesso do Android estremeceu a relação”, afirmou.

Quanto ao Facebook, Schmidt disse que via com bons olhos uma aproximação e estudava até a possibilidade de melhorar o seu sistema de busca com as informações disponíveis na rede social. Mas o Facebook já deixou claro que prefere trabalhar com a Microsoft.

Do Advertising Age

Clareamento Dental Instantâneo

Todo mundo quando vai ao banheiro dá uma conferida no visual, arruma a roupa e checa se os dentes estão limpos. Pensando nisso, a Expert Whitening, marca de produtos para clarear os dentes, teve uma grande sacada.


Quem se aproximasse do espelho teria os dentes iluminados e magicamente mais claros, graças a um sensor de movimento que acendia uma luz ultravioleta.

A ação aconteceu em restaurantes e casas noturnas da cidade de Cape Tawn, África do Sul, e funcionou muito bem.

Embaixo do sensor, lia-se a mensagem: Fitas de clareamento dental deixam os dentes 60% mais claros.





Simples e eficiênte, não?


Fonte:blog.enox.com.br